THE 100 – S07E03 – False Gods

Após o episódio anterior ser estrelado apenas pelos personagens que entraram na Anomalia, esse terceiro episódio da temporada final de THE 100 volta seus olhos exclusivamente para Sanctum e todas as tretas possíveis que você possa imaginar – e ainda encontra tempo para criar mais algumas!

No episódio inicial dessa sessão, Clarke anunciou para todos os seguidores dos Primes que Russel iria morrer queimado numa estaca como punição por seus erros, entre eles a morte de Abby. A galera está bem agitada, com os seguidores dos Primes e os Filhos de Gabriel meio que se bicando a todo instante com ideias divergentes sobre o destino de Russel. Clarke e Indra resolvem pedir para que ele, Russel, intervenha sobre seus seguidores e peça paz nesse momento, se é que isso é possível. Ele nega e Indra responde na imagem abaixo.

“Então beleza. Fogo na bomba.”

Acontece que os seguidores dos Primes possuem um plano para resgatar Russel e Jordan descobre isso. Ocorre a ele a ideia de também pedir que Russel converse com seus seguidores a fim de evitar um conflito em que muitos morrerão, e assim ele revela a Russel o plano da galera. Lembre-se: Russel está possuído pelo capeta em pessoa, o Sheidheda, e dessa vez aceita conversar com seu povo.

Eu pulei uma parte do episódio e agora vou voltar para o que aconteceu em seu início para essa resenha ficar parecendo um filme do Tarantino. O reator que mantém a energia do Sanctum está dando pau, e pra piorar ele é um reator nuclear! Um cara chamado James que faz parte do grupo de mecânicos da Raven está de plantão nos monitores, mas ele recebe a visita de uma mina toda cremosa, ela é uma local. Para dar um picote na pequena, James ignora normas protocolares de segurança e não espera um procedimento padrão de resfriamento, por isso ele precisa fazer uma parada lá de forma manual. Para isso, Romeu e Julieta do espaço entram em uma sala isolada e evitada. Óbvio que iria dar bosta. Os dois morrem.

Quem tem a obrigação moral de resolver o problema é Raven, e pra isso ela pede a ajuda do melhor personagem da série, Murphy. Emori vem junto por osmose. Apenas chegando na sala de comando é que Raven vê os corpos e entende o problema.

Frase mais falada na série.

Para solucionar o problema, Raven envia Murphy e Emori para uma sala e precisa de um grupo para operar em outro procedimento, mais arriscado. Ela pede ajuda de Indra e seus Wonkru. Esse grupo está meio desconfiado por não terem mais a liderança de Madi, a Commander. Indra mente e é contestada por Gaia, sua filha, na frente de todos. Ela, Gaia, diz que Madi não sofre mais a influencia de Sheidheda e assim a galera abandona a sala, todos bastante decepcionados. Raven então pede ajuda para os mercenários companheiros da Dyioza. Após uma conversa cheia de testosterona, ainda que tenha sido travada por duas mulheres, Raven consegue sua mão de obra. A mina que negociou com ela não aceita ir, mas seu namorado vai. Todos vão fritar igual um torresmo.

Rola uma cena emocionante com o Murphy bancando o herói para fazer o serviço e ainda salvar Emori, e ainda por cima entrar na segunda sala inundada de radiação onde a turma da Dyoza tenta remendar os canos que estão cedendo à pressão. Murphy é mais resistente à radiação por causa do Nightblood, o sangue preto que corre em suas veias.

O trabalho é realizado, mas os caras não sobrevivem. A namorada, agora viúva, do bom samaritano que resolver ajudar dá um cacete federal na Raven, que é levada à enfermaria.

Enquanto isso rolava, Russel se apresentou diante de seus seguidores e dos Filhos de Gabriel para suas últimas palavras. O que não esperavam (é claro que esperavam) era que ele sofresse um atentado, tomando um tiro no ombro. O aspirante a assassino foi linchado até a morte ali mesmo, mas esse era o plano o tempo todo: ele foi voluntário para provocar um adiamento na execução do Russel.

Ufa! Tá ficando complicada a trama, hein? Fique com a promo do episódio 4:

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