Os Maiores Momentos dos 80 Anos do Coringa!

Se tem um personagem com impacto cultural gigantesco, esse personagem é o Batman. Os gibis estão entre os mais vendidos da DC Comics, os filmes são disputados por atores e discutidos à exaustão por fãs, as animações são extremamente populares e o licenciamento rende milhões anualmente para a Warner Bros. A popularidade é tamanha que ele consegue puxar mais gente pro bonde do sucesso.

É o caso do Coringa. Se você para pra pensar, o vilão é uma parte tão indissociável do universo do Cavaleiro das Trevas quanto o Robin. Ele é retratado nas mais diversas mídias, já teve histórias por alguns dos maiores roteiristas dessa indústria vital, é peça fundamental nas animações, teve sua própria série mensal… Pra não falar no cinema, onde além de ter marcado cada nova encarnação do Batman, foi interpretado por alguns dos maiores nomes da sétima arte, ao ponto de ganhar sua própria película.

O que tem de Oscar aí não tá escrito.

Algumas versões fracassaram, algumas histórias não foram pra frente, nem tudo que ele toca vira ouro. Mas o embate caos/ordem, loucura/lógica, medo/intimidação ajuda a definir o herói – e, sem dúvida, é peça fundamental na construção do Coringa.

Resolvemos então selecionar pra você os dez maiores momentos do Coringa – em qualquer mídia, em qualquer formato! Os grandes sucessos do Príncipe Palhaço do Crime, que fizeram desse anarquista/gângster/psicopata um dos personagens mais cultuados e celebrados da popsfera, um apanhado pela vida, obra e contagem de corpos de um dos maiores vilões de todos os tempos! Prepare o seu antídoto para o gás do riso e cuidado – afinal, basta um dia ruim para quebrar o melhor dos homens!


10) Como Matar Uma das Caras – Coringa (2008)

Graphic novel de Brian Azzarello e Lee BermejoCompre o seu aqui!

Contada do ponto de vista de Jonny Frost, um capanga do Coringa, essa graphic novel fora da continuidade tem um clima bem realista (tanto quanto possível), remetendo diretamente ao filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. O Coringa tem as cicatrizes no rosto, o comportamento imprevisível servindo de fachada para um plano complexo e, pior ainda, um profundo entendimento da psiquê humana – e como destruí-la!

Logo após sair da prisão, o Coringa parte numa cruzada para retomar Gotham. Traído, ele resolve ter uma conversa definitiva com Harvey Dent, o Duas-Caras, e consegue colocá-lo na lona apenas com palavras. Quando Batman encontra Dent alquebrado, seu antigo amigo/inimigo parece apenas uma sombra do homem que já aterrorizou Gotham tantas vezes.

– Por favor. Você tem que detê-lo. Ele disse… Ele disse que encontrou um jeito de matar um de nós…
– Nós?
– Nós. Não você. Ele vai matar um de nós.

Como o Coringa conseguiria matar apenas uma das personalidades do Duas-Caras é algo que ainda não descobrimos. Mas foi suficiente para fazê-lo implorar ajuda ao Batman.

9) A Corrupção de Tim Drake – Batman Beyond: O Retorno do Coringa (2000)

Longa de animação por Paul Dini, Bruce Timm e Glen Murakami, dirigido por Curt Geda

Até que pra um “desenho infantil”, essa animação pegou pesado ao mostrar o destino do Coringa (e do Robin Tim Drake) no universo animado do Batman. Terry McGinnis é o Batman de uma Gotham futurista, treinado por um velho Bruce Wayne que não tem mais notícias de seus antigos inimigos – ou mesmo de muitos de seus aliados.

Quando uma série de crimes toma Gotham, tudo leva a crer que o Coringa está de volta, após anos desaparecido! Bruce Wayne quer afastar o jovem Batman da investigação, mas Terry continua seguindo pistas e conversando com quem teve contato com o Coringa. Isso inclui Barbara Gordon e… Tim Drake!

Tim reluta em falar sobre seu passado – o assunto Coringa parece ser um grande tabu para todos os membros da bat-família. Mas algo precisa ser feito para deter o velho criminoso e Terry está disposto a ir até o fim para descobrir a verdade.

E a verdade vem à tona: o Coringa tinha feito lavagem cerebral no antigo Robin, transformando-o numa versão mirim de si mesmo! Numa cena censurada (mas posteriormente incluída no lançamento em DVD), Tim luta contra a lavagem cerebral e mata o Coringa de maneira sangrenta! Ele recebe apoio para se recuperar do trauma, mas nada foi capaz de apagar a crueldade do plano do Coringa.

8) Ao Vivo com Murray Franklin – Coringa (2019)

Dirigido por Todd Phillips com Joaquin Phoenix como Coringa – Compre o seu aqui!

Está cada vez mais difícil para um ator interpretar o Coringa livre das comparações dos que vieram antes dele. Joaquin Phoenix aumentou o parâmetro ao viver o comediante fracassado e paciente mental Arthur Fleck – infeliz, privado de seus remédios e de tratamento adequado, preso em um mundo que só ele via. Seu sonho era ir ao programa do apresentador de TV Murray Franklin (uma ponta magistral de Robert DeNiro), talvez até conhecê-lo. Mas quando Franklin ridicularizou uma performance de Fleck em um clube de comédia, já era tarde demais. Ele já trilhava um caminho sem volta.

Ele acabaria conseguindo ir ao programa, não na plateia, mas como convidado. Ele já tinha sangue em suas mãos e já tinha acendido o pavio que iria afundar Gotham City no caos – mas foi ao pedir que Franklin o apresentasse simplesmente como “Coringa” que a audiência nos cinemas percebeu o quanto a situação estava prestes a se tornar irremediável, sangrenta e insana.

O Coringa mata o apresentador ali, ao vivo. Diante das câmeras e de uma plateia aterrorizada, em uma sequência que traz elementos de “Cavaleiro das Trevas” (o gibi) de forma brilhante, tudo coroado pela performance diabólicamente frágil de Phoenix. Seu Coringa não é uma máquina de matar, um estrategista frio e calculista, mas um homem que, em face à loucura de um mundo de trevas, resolveu mergulhar – e nunca mais voltar. Arrastando uma cidade inteira consigo.

7) A Primeira Aparição – Batman #01 Vol 1 (1940)

História por Bill Finger com desenhos de Bob Kane e Jerry Robinson

“Mas na Era de Ouro os personagens eram mais ingênuos e infantis”.

Bom, talvez a maioria dos personagens dos quadrinhos fossem retratados dessa forma mesmo. Talvez mesmo os vigilantes mais violentos, como o próprio Batman, estivessem infantilizados para poder dialogar melhor com seu público-alvo. Mas o Coringa – ah, o Coringa… Esse sempre foi um caso à parte.

Em sua primeira aparição, 80 anos atrás, ele é um chefão do crime ardiloso e cruel. Mais do que isso, ele é mostrado como um hábil planejador, ao anunciar numa transmissão de rádio os crimes e assassinatos que ainda vai cometer. E todos sabemos que ele é um homem de palavra.

O Coringa mata concorrentes no submundo do crime, aterroriza cidadãos ricos, sequestra o Robin e, ao longo da história, mostra uma crueldade e frieza ímpares. Claro que, eventualmente, ele é detido – no roteiro original, ele seria morto. Mas, sabiamente, viram que havia potencial ali para um grande antagonismo: de um lado, o nobre e sombrio vigilante; do outro, o ensandecido e cruel palhaço. Não houve momento, a partir de então, que o Coringa tenha sido “apenas outro vilão” na galeria do Batman.

Uma história simples? Talvez. Ingênua, até. Mas a semente estava plantada.

6) O Coringa Se Revela – Batman (1989)

Dirigido por Tim Burton com Jack Nicholson como Coringa – Compre o seu aqui!

Se a régua está cada vez mais alta hoje em dia para interpretar o Coringa, as coisas não foram tão fáceis na primeira incursão cinematográfica do personagem. Jack Nicholson ficou encarregado de dar vida ao personagem, que tinha sido interpretado na TV pelo lendário Cesar Romero. Mas Nicholson, que tinha um currículo espetacular, com filmes como “Chinatown” e “O Iluminado”, além do Oscar por “Um Estranho no Ninho”, se mostrou a escolha mais acertada para o papel..

Aqui ele é Jack Napier, um gângster que é morto num crime passional pelo seu próprio chefe, Carl Grissom – ou, pelo menos, essa era a ideia. Perseguido pela polícia e pelo Batman em uma indústria química, Napier cai em um tanque de produtos químicos que o deixam terrivelmente desfigurado. Uma tentantiva de cirurgia plástica em uma clínica clandestina consegue apenas talhar um sorriso permanente em seu rosto – agora branco, com lábios vermelhos e cabelos verdes.

Grissom retorna para seu escritório, triunfante, e abre um whiskey para celebrar a queda de seu rival (e braço direito), quando Napier em pessoa aparece, em meio à escuridão.

– Jack? Jack está morto, meu amigo. Você pode me chamar de… Coringa. E como você pode ver – estou muito mais feliz!

O mais assustador não é a pesada maquiagem que transformou Nicholson num personagem de gibi, mas sim o seu olhar. A maneira como ele fulmina as vítimas por debaixo das próteses e das cores, a total desumanidade que ele empresta ao Coringa ao aterrorizar Gotham. Simplesmente memorável.

5) A Queda do Homem de Aço – Injustice: Gods Among Us (2013)

Escrita por Tom Taylor e Brian Buccellato, com diversos artistas – Compre o seu aqui!

Dos criadores da série de jogos Mortal Kombat, surgiu um dos mais aterrorizantes futuros distópicos da DC Comics. Injustiça: Deuses Entre Nós ganhou uma série em quadrinhos que explica com detalhes o mote da série: o Coringa quebrou a alma do Superman!

Tudo começa com uma das cenas mais belas e tocantes de um gibi do Superman: casado com Lois Lane, ele ouve dois batimentos cardíacos nela. Lois está grávida! A destemida repórter, no entanto, não está disposta a parar de trabalhar. Ao lado de Jimmy Olsen, ela parte em uma investigação que se revela uma armadilha do Coringa! Ele mata Jimmy e sequestra Lois, colocando não só o Superman mas toda a Liga da Justiça em estado de alerta.

Usando uma mistura de kryptonita e do gás do medo do Espantalho, o Coringa faz Superman acreditar que Lois é Doomsday – o monstro que o matou. Numa reação desesperada, o herói parte para a porrada contra o “monstro” – e mata o grande amor da sua vida, bem como o feto que ela carrega.

Como se isso não fosse o bastante, ele detona uma bomba atômica em Metrópolis, matando todos os amigos de Clark Kent. O herói então cai, matando o Coringa e dando início a um regime totalitário que será combatido por heróis insurgentes – que é o mote das batalhas do jogo. Tudo isso era parte do plano do Coringa que, incapaz de derrotar o Batman, resolveu destruir o “melhor de todos nós”, mostrando que ninguém está a salvo da loucura.

O plano do Coringa encontra eco em “Piada Mortal”, e deu início a uma das séries mais aclamadas da DC Comics, cheia de grandes momentos, livre das amarras da cronologia. Heróis e vilões escolhem lados, lutam, morrem… Tudo porque o Coringa estava entediado. Tudo porque ele não conseguiu fazer o Batman matar – mas talvez essa seja a única alternativa para o Cavaleiro das Trevas ao enfrentar o Homem de Aço, para impedir que sua tirania continue!

A história também encontra reflexo em Reino do Amanhã, o clássico de Mark Waid e Alex Ross, em que Superman se afasta da humanidade após o Coringa ir para Metrópolis, invadir o Planeta Diário e matar 92 homens…

“E uma mulher.”

4) Uma Morte Incriminatória – The Dark Knight Returns (1986)

Frank MillerCompre o seu aqui!

“O Cavaleiro das Trevas” é, de longe, o gibi mais importante de todos os tempos – tanto para o que ele significa na mitologia do Batman quanto para a indústria de quadrinhos como um todo. Elogiar essa obra e enumerar seus predicados seria chover no molhado – o que realmente interessa aqui é que ela não estaria completa sem um confronto final com o Coringa.

É interessante como, mesmo tratando-se de um Batman ultra-violento, Frank Miller fez questão de preservar sua característica mais importante: ele é um símbolo de justiça. O papel do Coringa é desafiar esse conceito, levando o Homem-Morcego até o seu limite, cometendo os crimes mais hediondos.

Talvez tenha chegado um ponto em que o Coringa não se importava mais em quebrar a retidão de caráter do Batman – bastava fazer com que o mundo acreditasse que o Cruzado de Capa é um assassino. Batman fratura o pescoço do Coringa, mas apenas o suficiente para paralisá-lo – nunca matar. Mas o Palhaço do Crime resolve terminar o serviço sozinho, forçando cada músculo de seu corpo paralisado num último e derradeiro esforço para quebrar em definitivo o próprio pescoço. Sua morte joga mais lenha na fogueira da opinião pública sobre o Batman, com consequências catastróficas.

Se há algum limite para a demência do Coringa, para sua insana compulsão pela morte e para sua devoção cega ao Batman, creio que jamais saberemos – tudo que temos até aqui é alguém que vai quebrar toda e qualquer regra para destruir seu inimigo. Não importa a que custo.

3) O Interrogatório – O Cavaleiro das Trevas (2008)

Dirigido por Christopher Nolan com Heath Ledger como Coringa – Compre o seu aqui!

“Você me completa”.

O filme “O Cavaleiro das Trevas” é recheado de tantos momentos memoráveis sobre o Coringa que fica difícil pinçar apenas um. A construção do personagem, com origem desconhecida, é mérito tanto do diretor e roteirista Christopher Nolan quanto do ator Heath Ledger – em atuação que lhe valeu um Oscar póstumo. Seu Coringa foi tão perigosamente arrebatador que foi capaz de colocar este filme num outro patamar, jamais alcançado por uma adaptação de HQ até então – se Christopher Reeve personificou o Superman, Ledger roubou o Coringa para si.

É perturbador pensar que, quando é perguntado por que tentou matar o Batman, o Coringa responde com uma frase da comédia romântica “Jerry Maguire”. Poucas vezes a relação entre os dois foi mostrada de maneira tão explícita e explicada em todas as suas camadas – mas nunca com tão poucas palavras. Seus crimes hediondos não visam lucro, vingança ou poder. Ele quer apenas chamar a atenção do Batman – e o grande paradoxo disso é que, se conseguir seu intento, o Coringa perde seu propósito.

A cena escala de maneira brutal, com Batman espancando o Coringa para conseguir respostas – socos que Ledger pediu para serem reais. Christian Bale realmente largou a mão na cara do palhaço, para que a violência fosse tão realista quanto possível e para que a insanidade fosse palpável. “Não há nada que você possa fazer com toda sua força”, ele diz. “Nada com que você possa me ameaçar”. Esse é o jogo do Coringa. Ele dá as cartas.

2) Morte em Família – Batman #427 (1988)

Escrito por Jim Starlin e desenhado por Jim Aparo

Os editores do Batman à época – Dennis O’Neil e Dan Raspler – sabiam o quanto o Coringa pode ser perturbadoramente cruel. Mas acho que nem mesmo eles estavam preparados para “Morte em Família”, a saga que, direto das páginas de “Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller, sepultaria o Robin. Não bastava um tiro ou uma explosão. Não podia ser limpo.

Tinha que ser memorável.

Jason Todd deixa o Batman para encontrar sua verdadeira mãe e, após encontrá-la, descobre que ela está envolvida em contrabando de armas, num esquema que envolve o Coringa. O Palhaço do Crime, então, espanca Jason com um pé de cabra – são repetidos golpes, com o sangue espirrando e o sorriso ficando mais e mais diabólico. Cada golpe é um golpe no Batman, e ele sabe o efeito devastador que isso terá.

O Batman chega tarde demais: o Coringa detona uma bomba para terminar o serviço, matando Robin e sua mãe. Ele ainda conseguiria uma imunidade diplomática como embaixador do Irã nas Nações Unidas, o que (teoricamente, ao menos) impediria o Batman de colocar as mãos nele.

Ou talvez fosse esse o plano. Talvez o Coringa quisesse apenas que o Batman causasse um incidente internacional, detonando uma guerra. Ou talvez ele apenas quisesse matar toda a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Ou talvez tudo isso tenha sido apenas um bônus e ele quisesse realmente apenas matar o Robin.

1) Apenas Um Dia – Batman: A Piada Mortal (1998)

Escrito por Alan Moore e ilustrado por Brian BollandCompre o seu aqui!

A exemplo de “Cavaleiro das Trevas”, essa graphic novel permanece não só como uma das melhores histórias do Batman (e do Coringa), mas também uma das maiores da DC Comics – e dos quadrinhos de heróis.

Se é difícil tocar o Batman, se é difícil fazê-lo quebrar sua única regra ou mesmo partir seu coração, então é hora do Coringa tentar uma nova abordagem: seu mais antigo aliado, o comissário Gordon. Mas matá-lo não seria o bastante – seria até grosseiro. O que ele realmente quer é provar uma certeza que tem para o Batman.

Basta um dia – um dia realmente ruim – e mesmo o melhor dos homens pode quebrar.

Intercalado com flashbacks de sua própria – possível – origem, o Coringa decide levar à loucura o único outro bastião moral de Gotham City, da maneira mais sádica possível: ele atira em sua sobrinha, Bárbara, paralisando-a. Pior que isso, ele tira fotos de seu corpo inválido e ensaguentando, apresentando o resultado em um circo de horror do qual, acredita, Jim Gordon não conseguirá escapar.

A batalha não é física, ela mal chega a ser estratégica. É totalmente travada no âmbito psicológico, com Batman, Gordon e Bárbara se agarrando a todo e qualquer resquício de sanidade que o Coringa tenta roubar deles. Talvez inadvertidamente, há uma trilha inversa: o Coringa tem um momento de lucidez. Ele fica diante da opção de deixar a loucura para trás, se reabilitar e talvez até pagar por seus crimes de forma que possa ser reinserido na sociedade.

Batman dá a ele uma escolha.

Eu sempre me perguntei o que teria acontecido se o Coringa tivesse dado outra resposta. Mas a que está nas páginas finais de “Piada Mortal” se tornou o momento mais emblemático das oito décadas de história do Príncipe Palhaço do Crime.

Claro, há muitos outros grandes momentos. Você com certeza pode lembrar mais uma meia dúzia de cabeça, desconfiar dos meus critérios ou discordar da ordem em que os apresentei – mas isso apenas confirma o que eu disse no começo, sobre o quanto o Coringa é influente e pinacular dentro da mitologia do Batman – e até no imaginário do público. Faça sua lista, compartilhe com a gente e vamos ajudar a tornar a festa do Palhaço ainda mais insana!

O Coringa faz 80 anos! Confira alguns dos momentos mais impactantes da história do maior inimigo do Batman - e um dos maiores viões dos quadrinhos!
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Raul Kuk o Mago Supremo

Raul Kuk - o Mago Supremo. Pai de uma Khaleesi, tutor de uma bruxa em corpo de gata.