CLÁSSICO DO DIA : THE DOORS – PEOPLE ARE STRANGE

CLÁSSICO DO DIA : THE DOORS – PEOPLE ARE STRANGE: The Doors foi uma das maiores e mais icônicas bandas americanas, muito graças a Jim Morrison, seu carismático e imprevisível frontman. Filho de um pai militar, leitor voraz e poeta aspirante, Morrison criou para si uma persona que é a síntese definitiva do rock star, do carisma sexual ao niilismo autodestrutivo; infuso de influências como Nietzsche e Rimbaud, Morrison era “The Lizzard King”, ou “Mr Mojo Risin”, uma figura dionisíaca que celebrava os excessos que o levariam a morte aos meros 27 anos. O grupo ganhou o estrelato já no seu disco de estreia, o seminal “The Doors” de 1967. Seu primeiro e possivelmente maior sucesso, “Light My Fire”, ironicamente não foi composta por Morrison, mas sim pelo guitarrista Robby Krieger. A canção já traz todas as marcas do som que celebrizaria a banda: a letra poética e a interpretação abandonada de Morrison embaladas pelas tessituras sonoras dos teclados de Ray Manzarek. Os seis discos de estúdio com Morrison à frente, lançados em um período de apenas quatro anos, formam um dos mais celebrados corpos de trabalho da história do rock.

O que acharam das novidades da matéria CLÁSSICO DO DIA : THE DOORS – PEOPLE ARE STRANGE? Deixe seu comentário!

Avalie a matéria

Siga-me no Twitter